Estrutura regulada · CRI · CVM 88/160

O dinheiro da parcela já existe. Falta só destravar.

Tokenizamos a carteira de financiamento direto de imóveis — o mesmo CRI que o mercado de capitais brasileiro já usa há quase 30 anos, agora líquido, fracionável e auditável em tempo real.

Não é fração de aluguel. É a prestação de quem já comprou e está pagando o próprio imóvel.

CS
MB
RA
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Emissões-piloto em estruturação com construtoras e distribuidores em 2026
CARTEIRA-MODELO · ILUSTRATIVO Fluxo ao vivo
R$ 12,4M em recebíveis
312 contratos · múltiplos empreendimentos
Adimplência da carteira96,4%
Amortização mensalPro-rata
GarantiaAlienação fiduciária
Risco por contratoIsolado

Números ilustrativos de estrutura, não histórico real de performance. Cada emissão possui carteira e laudo próprios.

R$0 bi
já tokenizados no mercado imobiliário brasileiro (VGV, ABToken 2026)
0 anos
de maturidade jurídica do CRI como instrumento (Lei 9.514/1997)
0 papéis
sempre segregados: quem compra o imóvel e quem investe no recebível nunca se confundem
Para quem é

Um recebível, dois interesses bem servidos

A carteira de financiamento direto de um empreendimento resolve dois problemas ao mesmo tempo — e cada lado enxerga um benefício diferente.

Construtoras

Transforme parcela futura em caixa presente

  • Caixa em semanas, não em anosCede a carteira à securitizadora e recebe antecipado, com deságio negociado — não em 120 meses de prestação.
  • Sem dívida nova no balançoÉ cessão de recebível, não empréstimo bancário — o imóvel do comprador segue como garantia real do próprio contrato dele.
  • Sem depender de bancoO financiamento já é direto — a tokenização entra depois, na estruturação do recebível, não na venda em si.

Investidores

Exposição a fluxo, não a especulação

  • Amortização mensal contratualO rendimento vem da prestação de quem já está pagando para ficar com o imóvel — não de uma aposta em valorização.
  • Garantia por contrato individualInadimplência de um comprador aciona a alienação fiduciária daquele imóvel específico — o risco não se propaga para a cesta inteira.
  • Risco pulverizadoExposição diversificada entre centenas de contratos e empreendimentos — não concentrada num único imóvel ou inquilino.
Posicionamento

Por que isso não é só mais um token imobiliário

A maioria das plataformas tokeniza fração de aluguel — e compete direto com fundo imobiliário. Este modelo ocupa outro espaço.

Modelo comum (fração de aluguel) Financiamento direto tokenizado

Avaliação estratégica qualitativa (metodologia Blue Ocean Strategy), não dado de mercado medido.

O processo

Como a estrutura funciona

Seis etapas, do contrato de compra até a distribuição de rendimento ao investidor.

01

Financiamento direto

O comprador final adquire o imóvel parcelado diretamente com a construtora — prática já consolidada, sem depender de banco.

02

Cessão à securitizadora

A construtora cede a carteira de recebíveis (múltiplos contratos, múltiplos empreendimentos) a uma securitizadora, que emite o CRI.

03

Enquadramento regulatório

Emissão sob Resolução CVM 88 (até R$15–25 mi) ou CVM 160 para operações institucionais maiores.

04

Tokenização do direito creditório

O CRI é representado digitalmente numa cesta com NAV apurado por oráculo — nunca a matrícula do imóvel, sempre o direito sobre o recebível.

05

Distribuição ao investidor

Amortização e juros repassados pro-rata, mês a mês, conforme os compradores finais pagam suas prestações.

06

Garantia em caso de inadimplência

Execução da alienação fiduciária do imóvel específico do contrato inadimplente — isolada, sem afetar o restante da cesta.

Base regulatória

Estruturado sobre o que a CVM já regula

Lei 9.514/1997

O CRI é instrumento do Sistema de Financiamento Imobiliário, com quase 30 anos de uso consolidado no mercado de capitais brasileiro.

Resolução CVM 88 e 160

Caminhos regulatórios já existentes para ofertas via plataforma de crowdfunding ou operação institucional, sem necessidade de categoria jurídica nova.

Matrícula sempre oficial

O registro do imóvel permanece 100% no cartório. O token representa o direito creditório — nunca substitui ou paraleliza o sistema oficial de registro.

Perguntas frequentes

Antes de estruturar, entenda de verdade

No token de aluguel, o rendimento depende de inquilino pagando e de imóvel ocupado. No financiamento direto, o rendimento vem da prestação de quem já comprou o imóvel e está pagando para ficar com ele — fluxo contratual, com garantia de alienação fiduciária.

A execução da alienação fiduciária é feita sobre aquele imóvel específico, de forma isolada. Os demais contratos da cesta continuam gerando fluxo normalmente — o risco não se propaga.

Não. A matrícula permanece 100% oficial e cartorária. O token representa apenas o direito creditório (o CRI) — nunca a propriedade do imóvel.

Após a cessão e a estruturação da emissão, o deságio é negociado e o valor antecipado é liberado — o ciclo completo costuma levar semanas, não os anos de recebimento de parcelas.

Este material é institucional e não constitui oferta pública. Cada emissão segue o enquadramento regulatório próprio (CVM 88 ou 160), com documentação específica e laudos independentes.

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