Tokenizamos a carteira de financiamento direto de imóveis — o mesmo CRI que o mercado de capitais brasileiro já usa há quase 30 anos, agora líquido, fracionável e auditável em tempo real.
Não é fração de aluguel. É a prestação de quem já comprou e está pagando o próprio imóvel.
Números ilustrativos de estrutura, não histórico real de performance. Cada emissão possui carteira e laudo próprios.
A carteira de financiamento direto de um empreendimento resolve dois problemas ao mesmo tempo — e cada lado enxerga um benefício diferente.
Transforme parcela futura em caixa presente
Exposição a fluxo, não a especulação
A maioria das plataformas tokeniza fração de aluguel — e compete direto com fundo imobiliário. Este modelo ocupa outro espaço.
Avaliação estratégica qualitativa (metodologia Blue Ocean Strategy), não dado de mercado medido.
Seis etapas, do contrato de compra até a distribuição de rendimento ao investidor.
O comprador final adquire o imóvel parcelado diretamente com a construtora — prática já consolidada, sem depender de banco.
A construtora cede a carteira de recebíveis (múltiplos contratos, múltiplos empreendimentos) a uma securitizadora, que emite o CRI.
Emissão sob Resolução CVM 88 (até R$15–25 mi) ou CVM 160 para operações institucionais maiores.
O CRI é representado digitalmente numa cesta com NAV apurado por oráculo — nunca a matrícula do imóvel, sempre o direito sobre o recebível.
Amortização e juros repassados pro-rata, mês a mês, conforme os compradores finais pagam suas prestações.
Execução da alienação fiduciária do imóvel específico do contrato inadimplente — isolada, sem afetar o restante da cesta.
O CRI é instrumento do Sistema de Financiamento Imobiliário, com quase 30 anos de uso consolidado no mercado de capitais brasileiro.
Caminhos regulatórios já existentes para ofertas via plataforma de crowdfunding ou operação institucional, sem necessidade de categoria jurídica nova.
O registro do imóvel permanece 100% no cartório. O token representa o direito creditório — nunca substitui ou paraleliza o sistema oficial de registro.
No token de aluguel, o rendimento depende de inquilino pagando e de imóvel ocupado. No financiamento direto, o rendimento vem da prestação de quem já comprou o imóvel e está pagando para ficar com ele — fluxo contratual, com garantia de alienação fiduciária.
A execução da alienação fiduciária é feita sobre aquele imóvel específico, de forma isolada. Os demais contratos da cesta continuam gerando fluxo normalmente — o risco não se propaga.
Não. A matrícula permanece 100% oficial e cartorária. O token representa apenas o direito creditório (o CRI) — nunca a propriedade do imóvel.
Após a cessão e a estruturação da emissão, o deságio é negociado e o valor antecipado é liberado — o ciclo completo costuma levar semanas, não os anos de recebimento de parcelas.
Este material é institucional e não constitui oferta pública. Cada emissão segue o enquadramento regulatório próprio (CVM 88 ou 160), com documentação específica e laudos independentes.
Conte quem você é na estrutura e retornamos em até 1 dia útil com o material técnico e uma proposta de piloto.
Nossa equipe entrará em contato em até 1 dia útil com o material técnico.